Músicos unem sanfona e metais, criando uma sonoridade menos comum, mas familiar. É o frevo-sanfonado
Publicação: 15/02/2014 17:19 Atualização: 17/02/2014 10:38
Uma fila de forrozeiros seguiu o mesmo caminho, evidenciada no período momesco, quando multiplicam os lançamentos do gênero. Irah Caldeira começou gravando canções pontuais, até tomar a decisão de lançar um disco completo, fruto de um show de carnaval. O espetáculo será apresentado em duas oportunidades nas Folias de Momo, no Polo de Casa Amarela, na segunda-feira, e no Polo de Jardim São Paulo, na terça.
No palco, nem sanfona nem metais se sobressaem. A ideia é que ambos trabalham juntos por uma sonoridade menos comum, mas familiar. “Às vezes, a junção é meio involuntária. É fruto de uma vivência do músico, tanto com o forró, quanto com o frevo. É a cultura popular”, atesta Rogério Rangel, autor do álbum Outras levadas. E a turma gosta. Confira lançamentos de cantores forrozeiros cantando frevos.
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O forrozeiro tomou a decisão de cantar os sucessos da década de 1990, relembrando os hits de Almir Rouche, Marrom Brasileiro e André Rio. “É um trabalho que vem resgatando a musicalidade do Recifolia. Damos continuidade a esse carnaval, atualizando-o. É o resgate de uma bandeira esquecida”, conta o cantor. O álbum tem A vida inteira te amar, É tanto amor e outros clássicos, tocados ao som da casadinha sanfona-metais.
Matéria: Diário de Pernambuco

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